Sábado, Novembro 21, 2009
Tento te inebriar com o meu cheiro de pêssego, mas você não cede. Você me olha como quem quer me devorar, mas não me convida pra sentar. Você deixa sua camisa aberta para mergulhar meus pensamentos mais secretos por este caminho macio, mas fica só nisso. Solto meus cabelos numa tentativa de fazer você querer puxá-los com força, o quanto quiser, mas você só olha demoradamente. Nóis dois não passamos de uma promessa futura. Nóis dois somos iguais: cheios de orgulho. Mas, mesmo com todos esses caminhos tortos, uma coisa continua certeira: a querência é minha demais.
Domingo, Novembro 01, 2009
Sou de você
Curiosa sou de você. Deste seu jeito diferente, de submundo, de homem-animal. Curiosa sou pra desvendar como chegar no seu traço cheio de força, na sua inspiração conspiradora, na ponta dos seus dedos repletos de malícia.
Sexta-feira, Outubro 30, 2009
Ainda quente
Li no jornal que a Lua está na fase cheia transitando por áries e Mercúrio e Marte estão em "quadratura". Penso se todas essas conjunções astrológicas são as responsáveis por esta angústia que me invade e por esta saudade que me rasga em pedaços.
Ainda quente, no meu colo, embalo as lembranças de que tenho dos seus olhos em mim. Dias raros foram os nossos. De traçados interiores, de sorrisos acolhedores. Te espero ainda. Com todas as minhas vontades.
Ainda quente, no meu colo, embalo as lembranças de que tenho dos seus olhos em mim. Dias raros foram os nossos. De traçados interiores, de sorrisos acolhedores. Te espero ainda. Com todas as minhas vontades.
Segunda-feira, Outubro 26, 2009
Clariceando...
“Uma das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de. Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra pra frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi a criadora de minha própria vida. Foi apesar de que parei na rua e fiquei olhando para você enquanto você esperava um táxi. E desde logo desejando você, esse teu corpo que nem sequer é bonito, mas é o corpo que eu quero. Mas quero inteira, com a alma também. Por isso, não faz mal que você não venha, esperarei quanto tempo for preciso.” (p. 26)
Clarice Lispector em O Livro da Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres
PS - Título em homenagem à mais clarice de todas!!!
Clarice Lispector em O Livro da Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres
PS - Título em homenagem à mais clarice de todas!!!
Terça-feira, Outubro 13, 2009
Ir ao ponto
"Afirmo ao senhor, do que vivi: o mais difícil não é um ser bom e proceder honesto; dificultoso, mesmo, é um saber definido o que quer, e ter o poder de ir até no rabo da palavra."
João, o Rosa.

João, o Rosa.

Sexta-feira, Outubro 02, 2009
Segunda-feira, Setembro 21, 2009
Quase nós dois
Afinidades? Poucas. Ele gosta de coisas arrumadas, certas e simétricas. Sua barba é perfeitamente linda. Eu? Puxa, sabe como sou mais pra descabelada, meio-de-qualquer-jeito mais tênis do que para uma moça nos trinques.
Mas eu gosto do jeito cuidadoso quando pergunta se estou boazinha pra dirigir, se sei o caminho de volta... Quisera não saber. Quisera não ter volta pra ele poder me levar onde quisesse e fizesse de mim MULHER.
Ah, mas ele já me disse que está teimosamente de luto por conta do amor que se quebrou. Bem que faz uma pose de caçador, de destemido, de inconquistável, mas quando cai de quatro por alguma presa esperta, ele é o homem mais amável do mundo.
Claro, confesso. Queria, sim, que ele se atentasse mais pra mim. Que ele soubesse da vontade que tenho de deitar naquele peito cabeludo e ficar de bobeira. Queria que ele sentisse uma felicidadezinha descabida por alguns intantes que fosse ao meu lado e pudesse dar umas risadas de vez em quando juntos. E por mais que ele insista em me olhar demoradamente, não vê nada. E naquelas perguntas da finada noite "você já vai mesmo?", é como se ele quisesse que eu traduzisse por outra coisa que ainda não desvendei o que é. Ainda não peguei o jeito, a sintonia das suas vontades e olhares. Eita, uma dificuldade apertada somos nós dois.
Mas eu gosto do jeito cuidadoso quando pergunta se estou boazinha pra dirigir, se sei o caminho de volta... Quisera não saber. Quisera não ter volta pra ele poder me levar onde quisesse e fizesse de mim MULHER.
Ah, mas ele já me disse que está teimosamente de luto por conta do amor que se quebrou. Bem que faz uma pose de caçador, de destemido, de inconquistável, mas quando cai de quatro por alguma presa esperta, ele é o homem mais amável do mundo.
Claro, confesso. Queria, sim, que ele se atentasse mais pra mim. Que ele soubesse da vontade que tenho de deitar naquele peito cabeludo e ficar de bobeira. Queria que ele sentisse uma felicidadezinha descabida por alguns intantes que fosse ao meu lado e pudesse dar umas risadas de vez em quando juntos. E por mais que ele insista em me olhar demoradamente, não vê nada. E naquelas perguntas da finada noite "você já vai mesmo?", é como se ele quisesse que eu traduzisse por outra coisa que ainda não desvendei o que é. Ainda não peguei o jeito, a sintonia das suas vontades e olhares. Eita, uma dificuldade apertada somos nós dois.
Domingo, Setembro 20, 2009
Quinta-feira, Setembro 17, 2009
Sábado, Setembro 12, 2009
Sexta-feira, Agosto 28, 2009
Quarta-feira, Agosto 26, 2009
Manoel
O MENINO QUE CARREGAVA ÁGUA NA PENEIRA
Tenho um livro sobre águas e meninos.
Gostei mais de um menino
que carregava água na peneira.
A mãe disse que carregar água na peneira
era o mesmo que roubar um vento e sair
correndo com ele para mostrar aos irmãos.
A mãe disse que era o mesmo que
catar espinhos na água
O mesmo que criar peixes no bolso.
O menino era ligado em despropósitos.
Quis montar os alicerces de uma casa sobre orvalhos.
A mãe reparou que o menino
gostava mais do vazio
do que do cheio.
Falava que os vazios são maiorese até infinitos.
Com o tempo aquele menino
que era cismado e esquisito
porque gostava de carregar água na peneira
Com o tempo descobriu que escrever seria
o mesmo que carregar água na peneira.
No escrever o menino viu
que era capaz de sernoviça, monge ou mendigo
ao mesmo tempo.
O menino aprendeu a usar as palavras.
Viu que podia fazer peraltagens com as palavras.
E começou a fazer peraltagens.
Foi capaz de interromper o vôo de um pássaro
botando ponto final na frase.
Foi capaz de modificar a tarde botando uma chuva nela.
O menino fazia prodígios.
Até fez uma pedra dar flor!
A mãe reparava o menino com ternura.
A mãe falou:Meu filho você vai ser poeta.
Você vai carregar água na peneira a vida toda.
Você vai encher os vazios com as suas peraltagense
algumas pessoas vão te amar por seus despropósitos
Manoel de Barros
Tenho um livro sobre águas e meninos.
Gostei mais de um menino
que carregava água na peneira.
A mãe disse que carregar água na peneira
era o mesmo que roubar um vento e sair
correndo com ele para mostrar aos irmãos.
A mãe disse que era o mesmo que
catar espinhos na água
O mesmo que criar peixes no bolso.
O menino era ligado em despropósitos.
Quis montar os alicerces de uma casa sobre orvalhos.
A mãe reparou que o menino
gostava mais do vazio
do que do cheio.
Falava que os vazios são maiorese até infinitos.
Com o tempo aquele menino
que era cismado e esquisito
porque gostava de carregar água na peneira
Com o tempo descobriu que escrever seria
o mesmo que carregar água na peneira.
No escrever o menino viu
que era capaz de sernoviça, monge ou mendigo
ao mesmo tempo.
O menino aprendeu a usar as palavras.
Viu que podia fazer peraltagens com as palavras.
E começou a fazer peraltagens.
Foi capaz de interromper o vôo de um pássaro
botando ponto final na frase.
Foi capaz de modificar a tarde botando uma chuva nela.
O menino fazia prodígios.
Até fez uma pedra dar flor!
A mãe reparava o menino com ternura.
A mãe falou:Meu filho você vai ser poeta.
Você vai carregar água na peneira a vida toda.
Você vai encher os vazios com as suas peraltagense
algumas pessoas vão te amar por seus despropósitos
Manoel de Barros
Terça-feira, Agosto 11, 2009
Domingo, Agosto 09, 2009
Achado

Voltar a terra em que vivem meus fantasmas, as lendas dos diários amarelados, faz-me encher de coragem diante das linhas que estão por vir. É como se pudesse ter a continuação da história nas minhas mãos. É como se pudesse escrever a minha própria história a partir do ponto em que a minha vó parou.
E no momento em que meus pés repousam no chão tranquilo de cá, desta cidade cravejada na montanha, perdida da rota principal, cidade que sequestrou a parte do céu mais rica em estrelas, sinto-me inteiramente “cabível” no mundo. Todas as minhas dúvidas e incertezas escorregam do meu colo quente e um sentimento certo e diferente me veste de paz.
É como se descobrisse um achado dentro de mim. É como traduzisse meu corpo, minha pele, minha alma. O reencontro com a minha ancestralidade é fundamental para toda esta minha busca constante. E deixar o Sol entrar por essa janelinha é trazer a inspiração de volta.
Domingo, Agosto 02, 2009
Velha brincadeira
Gosto de brincar de fazer projeções. Como na lida com as bonecas, nos tempos da infância, que inventava longas histórias e imbrólios amorosos. Mas a vida da gente, a de adulto, tem um tal de "tapa na cara" aveludado o tempo todo. Seja com um olhar negado, ou palavras inesperadas, ou ainda mesmo a atitudes não tomadas. Cada um segue à sua maneira, com suas vontades e anseios. Respeito muito. Mas confesso que dói esse jeito de ser de hoje.
Nessas últimas semanas, todas as minhas 3 histórias inventivas foram deixadas de lado. Resolvi brincar com o que tenho certeza. Eu. Um monólogo, talvez? E nesta minha vida de tatu-bolinha vou seguindo...
Nessas últimas semanas, todas as minhas 3 histórias inventivas foram deixadas de lado. Resolvi brincar com o que tenho certeza. Eu. Um monólogo, talvez? E nesta minha vida de tatu-bolinha vou seguindo...
Quarta-feira, Julho 22, 2009
Domingo, Julho 12, 2009
Santa ou Puta?

A vida tem umas coisas engraçadas por dentro dela. Ganhei um apelido na roça: “Santinha”. Dizem eles que pareço com a moça da novela. Pode? Não sei. Vai ver que é só na brancura. Mas enfim... apelido não se pode recusar. Feio. Como presente. E meu nome já fora esquecido entre as montanhas daqueles cafezais. Só Santinha e pronto! E lá vou eu me meter na conversa das vacas ou ficar numa admiração danada por aquele tamanho de céu que a noite descobre.
Quando volto à cidade, meu nome toma conta de mim, assim, como há de ser. E nesses intervalos do dia, em plena madrugada, fui numa festa de aniversário, num café na Augusta com putas peladas e música do Roberto Carlos. Uma coisa diferente. E divertida. Vestido jeans, botas e batom me seguravam no balcão. Estava eu ali, buscando um intervalo naquele desvario todo, quando um ser cabeludo me aborda sem querer ou querendo muito. E disse: “você trabalha aqui?”
Eita, confusão danada! Santinha de Minas ou Puta da Augusta? Já nem sei mais quem sou eu.
Quando volto à cidade, meu nome toma conta de mim, assim, como há de ser. E nesses intervalos do dia, em plena madrugada, fui numa festa de aniversário, num café na Augusta com putas peladas e música do Roberto Carlos. Uma coisa diferente. E divertida. Vestido jeans, botas e batom me seguravam no balcão. Estava eu ali, buscando um intervalo naquele desvario todo, quando um ser cabeludo me aborda sem querer ou querendo muito. E disse: “você trabalha aqui?”
Eita, confusão danada! Santinha de Minas ou Puta da Augusta? Já nem sei mais quem sou eu.
Quarta-feira, Julho 08, 2009
Diminutivo
Quer saber... O amor é generoso por demais. Se há egoísmo não é amor. É obsessão, é confusão, possessão... Vai ver que o nome disso é paixão. Amor é tão maior que esses "ãos" todos. O amor ele abre mão, respeita, cuida, gosta de sorrisos. E é isso. Chega de usar a palavra amor em vão.
Sábado, Junho 27, 2009
Nosso Senhor do Bonfim
Esgarçada e pálida, ela continua envolta do meu pulso esquerdo, não combinando com nenhuma roupa que eu coloco e sendo alvo de gozações alheias. Um trapinho amarrado em mim. Afivelado com três nós, como reza a mandinga de amor. A ponto de se romper e trazer você até mim. E fico só imaginando... como será este fim? Amém, Sr. do Bonfim!
Terça-feira, Junho 23, 2009
Budapeste

Fui ver Budapeste na sessão das duas junto com as velhinhas. Fazia tempo que não ia na salinha 5 do unibanco. E gostei do resultado. Tem pessoas que falam que adaptação de uma obra literária para o cinema é uma transposição de linguagem, ou seja, uma nova leitura onde o diretor há de ter criatividade e liberdade para dar visualidade às imagens que estão nas palavras. E é difícil para nós, amantes da literatura, compreender essa liberdade. A gente quer ver e sentir o que a gente viu e sentiu quando leu o livro. Pelo menos eu sou assim. A gente quer fidelidade. Mas... ando meio mudada de opinião. Tenho uma grande amiga que vem debatendo comigo constantemente sobre esse olhar mais respeitoso em relação à linguagem visual. Gostei, sim, do filme. O José Costa, vivido por Leonardo Medeiros, é muito bom. As imagens do escritor anônimo enriquecem a história bastante. E foi dica pós-livro de Chico, claro. Quando ele escreveu Budapeste nunca tinha ido à cidade húngara. Desconhecia a lenda do escritor anônimo e a reverência a essa história que eles têm por lá. Muito bom isso!
Budapeste é amarela e apaixonante. A língua húngara, aquela que até o diabo respeita, fascina e cativa. A brancura de Kriska eternece. A estátua de Lenin desfilando no Danúbio é um recheio bom e diferente. E tem uma frase que me ficou... "e a poesia despeja de dentro".
Domingo, Junho 14, 2009
Sempre você
Sonhei com você durante todo o meu sono. O sono parece a bruma engolindo a noite, que todo dia engole o dia. E você engoliu todos os outros meus inconscientes produtores dos sonhos. Eu não queria acordar, mas o despertar engoliu o sono e o sonho. Mas que não engoliu você, que continua dentro do meu peito quente, dos meus pensamentos, sonhos acordados e de cada vontade minha.
Terça-feira, Junho 09, 2009
Branca
A espera é branca, é feito nuvem grande passando, feito espuma do mar chegando. Eu espero você faz tanto tempo, que já nem me lembro quando.
Segunda-feira, Junho 08, 2009
Meu predador
“A luta faz o homem e o homem faz a luta.
O homem transforma o mundo e o mundo transformado transforma o homem”.
Antônio Cândido sobre Grande Sertão: Veredas
Quero você aqui comigo. Com este seu olhar de predador bebendo o que há de segredo em mim. Nós dois temos muito ainda o que descobrir. Quero sua barba pousando na minha pele clara. A gente devaneando juntos sobre todas essas dores passadas. E sentindo um calor agressivo no peito de arrancar as roupas, de travessuras inéditas, de casamento bem feito entre línguas e lábios.
Espero você todas as noites desde então. Um vinho e aquela sua mão a percorrer toda a minha extensão. Somos combatentes da mesma luta, do mesmo medo. Queremos a mesma coisa, não?
Antônio Cândido sobre Grande Sertão: Veredas
Quero você aqui comigo. Com este seu olhar de predador bebendo o que há de segredo em mim. Nós dois temos muito ainda o que descobrir. Quero sua barba pousando na minha pele clara. A gente devaneando juntos sobre todas essas dores passadas. E sentindo um calor agressivo no peito de arrancar as roupas, de travessuras inéditas, de casamento bem feito entre línguas e lábios.
Espero você todas as noites desde então. Um vinho e aquela sua mão a percorrer toda a minha extensão. Somos combatentes da mesma luta, do mesmo medo. Queremos a mesma coisa, não?
Sexta-feira, Junho 05, 2009
Quinta-feira, Maio 28, 2009
Viagem

"Não tenho mais a ínfima ideia do que me aguarda neste caminho que escolhi. Da mesma forma, não sei se faço a coisa certa. Muito menos se existe alguma lógica, alguma explicação admissível para essa empreitada. Mas ando em busca de um sentido, de um nome, de um corpo. E por isso farei essa viagem de volta, para ver se não os esqueci perdidos por aí, em algum lugar ignoto(...)".
A Chave da Casa, Tatiana Salem Levy
Segunda-feira, Maio 11, 2009
Imitando o Michel Laub
Vou imitar o escritor e blogueiro Michel Laub e listar alguns destaques culturais e de entretenimento do meu momento atual.
O disco que está tocando sem parar no meu carro - Cantar Caipira, de Pena Branca
Uma comédia romântica boba que me fez chorar - O Melhor Amigo da Noiva
Um show de apaziguar a alma - Ceumar na Fecap
Um livro - O Fio das Missangas, de Mia Couto
Uma peça de teatro - O Homem da Tarja Preta, texto de Contardo Calligaris e direção de Bete Coelho, no Teatro Eva Herz.
Um blog - Blog do Michel Laub
Um desconcerto bom - Do Outro Lado do Muro, de Manu Maltez
O disco que está tocando sem parar no meu carro - Cantar Caipira, de Pena Branca
Uma comédia romântica boba que me fez chorar - O Melhor Amigo da Noiva
Um show de apaziguar a alma - Ceumar na Fecap
Um livro - O Fio das Missangas, de Mia Couto
Uma peça de teatro - O Homem da Tarja Preta, texto de Contardo Calligaris e direção de Bete Coelho, no Teatro Eva Herz.
Um blog - Blog do Michel Laub
Um desconcerto bom - Do Outro Lado do Muro, de Manu Maltez
Domingo, Maio 10, 2009
Ser Tão Cultura

Pois é. Demorou, mas vai acontecer. A Fundação Casa Grande aterrisa em São Paulo com os Cabinha, os "Cabão", Alemberg, Rosiane e a turma toda. Na Mostra "Ser tão Cultura" que começa dia 21 de maio, no Sesc Ipiranga, oficinas, seminários, shows, exposições... Uma delícia e interessante programação diretamente da Chapada do Araripe.
Segue o flyer - lindão demais! - feito por Estevão Bertoni do Bazar Pamplona.
Imperdível isso tudo!
Essa mostra acontece graças à constante luta e comunicação de Alemberg, à determinação e à paixão de Mariana e ao Sesc Ipiranga que abraçou o Cariri bem forte.










